Bem-vindos ao Garrastazu!!!

Esse blog é destinado a compartilhar viagens literárias, e está aberto a seres humanos e afins... Divirtam-se!

domingo, 24 de agosto de 2025

Terráqueo - ode aos seres pensantes

Acabei de ler um livro do Tolstói que apareceu na minha vida de forma inusitada - uma sugestão do Kindle. Eu, que há um tempo considerável venho abrindo meus braços para novas ideias e circunstâncias, acolhi esse livrinho eletrônico (com um certo receio inicial, confesso) e devo dizer que passei a ler mais desde então. Esse ano já passei dos vinte livros - recorde até pra quem nunca contou leituras - com ecos silenciosos de surpresa e alegria que vêm de todo esse mosaico de personagens, aprendizados e descobertas.

Abri meu Kindle na semana passada e lá estava ele, Tolstói, brilhando na minha tela com um título bastante sugestivo: “De quanta terra precisa um homem?”. Admito que refleti sobre essa pergunta antes de me lançar à nova aventura. Imaginei se seria um livro sobre o marxismo, o comunismo, o socialismo, o capitalismo, o nepotismo, o chauvinismo ou qualquer -ismo que nos empalidece, emburrece, adoece as criaturas terrenas que enchem a boca para se denominarem seres pensantes. Devagar e deliciosamente constatei que tratava-se de um emaranhado de histórias curtas, em uma estrutura semelhante às parábolas bíblicas, com narrativas fantásticas e lições implícitas. Tão fantásticas eram as narrativas que havia gente acolhendo gente pelas ruas, gente doando terras, gente agradecendo e fazendo o bem sem pudor algum, against all odds. No meio desse comportamento tão confuso, as pessoas iam caminhando e acertando sem querer, seguindo instintos de empatia e proteção ao outro com um senso de enternecimento pelo semelhante que me tocou, profundamente.

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Era como se todos tivessem sintonizado na estação Jesus, como se de repente todo mundo soubesse instintivamente o que fazer, num efeito dominó do bem. Lendo sobre o autor, soube da sua “conversão tardia” ao que chamaram “cristianismo anarquista e pacifista”. Compreendi que, para ele, não é necessário carteirinha de sócio-torcedor para viver os preceitos éticos trazidos pelo cristianismo - o time AnarCristo não respondia a ninguém mais, não precisava. Absorvi essa reflexão com a lucidez que ela requer: mais do que interessante, coerente, necessária, libertadora. Essa breve pesquisa trouxe outra leitura para minha lista: “Uma confissão”, de 1882, no auge da crise existencial de Tolstói. Pergunto a você: quem nunca? Quem nunca questionou o sentido da vida que atire a primeira pedra. O sentido da vida, o propósito da existência, as relações kármicas, as lições mal aprendidas… you name it - tais dilemas passeiam corriqueiramente pelas nossas cabeças, percorrem nossa corrente sanguínea e muitas vezes nos paralisam ou impulsionam. Na falta de resposta nos anestesiam, nos calam, nos levam pra esse status quo da descrença, da desesperança, autoflagelo ou autoindulgência programada (autossabotagem: muito prazer). Na angústia do pesadelo a céu aberto, do labirinto que nos separa de nós mesmos, desconectamo-nos dos comos, dos porquês, sempre escravos do quando. Seguimos atados ao que (não) foi, projetando toda a felicidade e realização na próxima esquina, na luz que há de brilhar adiante se a gente fizer tudo certo - como se houvesse algo do tipo. Aí vem um tipo do século XIX, precursor do cristianismo anarquista e pacifista, que depois de muito filosofar sobre o que importa, escreve despretensiosamente em um livro curtinho “qualquer”:

"(...) há somente um, apenas e tão somente momento mais importante... Agora! É a hora mais importante porque é a única em que podemos fazer alguma coisa. O homem mais necessário é aquele que está com você nesse momento, pois ninguém sabe se depois estará com outra pessoa e se poderá fazer algo por ela. E a coisa mais importante é fazer o bem, porque esse é o único propósito da vida!"

Ouvi um microfone caindo? Elementar, mas não óbvio, nada simples. E depois de ler e reler esse trecho, que quis tatuar na pele e na memória, tentei percorrer essas ruas de leveza e simplicidade, lavar com grandes e abundantes baldes dágua cada uma das minhas calçadas, sentar sem receio em alguma daquelas vielas vazias e esperar tranquila pelas criaturas que devagar e deliciosamente haveriam de brotar das esquinas com seus bem-me-queres, suas singularidades, suas flores nas mãos e a voz mansa de quem sabe o que esperar do lado de cá… e insiste em ficar ainda assim. A cada dia há mudanças pontuais no percurso: nos transeuntes, na paisagem, nas condições da espera que se redesenha com o livre fluir dos sentimentos. Muitos foram os autores (inclusive russos) que criaram utopias onde as emoções não se enquadram. Aprendi ao lê-los que prefiro honrar minha condição de terráquea, mundana e diversa, indecisa e incompleta, atropelando o hoje com erros e bobagens, tropeçando em débitos, em medos e sonhos, lendo Tolstói e Dostoiévski de coração esbugalhado, esbodegado, louco pra pulsar esse carpe diem comedido, ecos silenciosos de quis dizer, diante desse mosaico de personagens, aprendizados e descobertas, sinto; logo sou - sou porque sinto-muito.

Postado por Érika Amâncio às 23:07 Nenhum comentário:

sexta-feira, 23 de maio de 2025

I hope you can show me

I wanna know what love is - I want you to show me. I wanna feel what love is and I know you can show me. Esses versos me levaram anos atrás, anos à frente, em um looping Caverna do Dragão. What the heck  is the so called love? Conversas de boteco regadas a um bom vinho me levaram à minha infância e adolescência meio ferradas, meio sem direção, cem por cento zero culpa de ninguém, só vivendo as circunstâncias e pagando pela falta de guidance anos e anos no porvir. As memórias se embaralham na minha cabeça, mas o que sempre fica é heartache and pain. Heartache and pain. Ouvi essa música hoje e chorei junto com a pessoa que escreveu isso, provavelmente entre lágrimas, dúvidas, frustrações e expectativas (quem nunca?). É um balanço do que a gente viveu ao crescer, um medo de quem vai ler nosso diário secreto mais que público (fucking look at me) e achar que há acusados no tribunal dos ferrados from birth. É um pouco de tudo: a gente vai lidando com coisas que disseram que a gente não tinha que passar quando criança, nem quando adolescente, nem em época nenhuma, mas sem resposta praquela perguntinha capiciosa: mas então como é que se cresce? Como é que se amadurece? Quando é que se sai do ninho pra gritar a plenos pulmões SOU MINHAAAAAAAAAA?????? Sou minha hoje, aos 45, mas já era aos 42, já era aos 34, já era aos 22, já era aos... O antes desce a cortina e enebria de alguma forma o quando e onde da (transform)ação, mas ela esteve, está nos meus poros. Essa coisa de casta é algo em que a ONU, a UNESCO, o exército, a putaquipariu já deveriam ter intervindo há muito e muito tempo - I want you to show me! Essa HIGIENIZAÇÃO se espalha nos discursos ao redor do mundo e ditadores psicopatas mudam de nome e cor de pele e cabelo pra incutirem o mesmo terror: o da anti-vida. I wanna feel what love is - por que é so damn hard? De dentro da universidade a gente acompanha a tragédia que se instala nas escolas como em um tribunal de deuses do Olimpo (aliás, a gente é muita gente). Não sei precisar quem presta de fato atenção, mas fico atenta às reações - de pânico - de calma - de tristeza - de medo - de melancolia - I don't know if I can face it again... Olho pra minha casa, para o meu cachorro, fiel companheiro, e começo a ter um vislumbre do que é esse tal de amor, que a gente vê nos nossos pais, sempre tão distantes mesmo querendo estar próximos, em quem cuida, em quem sofre, em quem sorri no escuro de tudo... Can't stop now, I've travelled so far to change this lonely life! Não é amanhã nem ontem, o tempo cintila e te pede pra dar uns passos pra trás. Respire, reavalie, chore - muito - e grite se precisar. Tive um marido que disse "eu te dei o que você tem" e outro depois dele. O que eles não sabiam - e nem eu - é que o jogo da vida continua depois da casa do juiz, e que não tem casta nem classe nem coisa nenhuma que me impeça de subir e subir e subir... porque subir independe de grana, de trampo, de sonho. Subir só depende da sua força pra peitar o mundo e entender que you've gotta take a little time - a little time to think things over. Maybe when we're older we shall settle down. Até lá, I wanna feel what love is - I hope you can show me.
Postado por Érika Amâncio às 01:08 Nenhum comentário:

quarta-feira, 23 de abril de 2025

Infinito

 Cá estamos... A uma distância comedida, já míope aos olhos, que teimosos fazem pirraça pra enxergar (e antes que você me diga onde deveria vir a vírgula, respondo que vai onde eu quiser, porque é assim que eu falaria, é assim que eu falo e é assim que vou contar essa história). A gente fala em história e cria-se de imediato um clima (afe que ao pensar nas vírgulas que a gramatiquice pediu que eu pusesse ali não respirei nenhuma, então guardem pra outra hora). Minha história é diversa ao mesmo tempo em que transita pelo comum, por se tratar de uma pessoa tentando (se) entender gente em tantos rodeios do mundo. Essa história é sobre mim e minha mãe, sobre o vazio, sobre o inimaginável, sobre o óbvio e o oblíquo das relações mais (e)ternas. Poderia dizer que conheci minha mãe quarenta e cinco anos atrás, mas hoje o que eu gostaria era de precisar as vidas, muitas delas, em que estivemos juntas. Em San Junipero a gente seria só a gente, mas nessa vida toda quantas fomos!... Os estilos, os cabelos, os discursos, os entraves, o afeto. O amor. As artimanhas do universo e/ou do nosso senhor pra gente sair chutando pedra e voltar pra mesma estrada, a princípio meio acanhadas, pisando nos cacos da ternura habitual, escorregando pela intimidade sólida, chegando a um acordo absurdo sobre coisa nenhuma, bandeira branca com um sorriso meio sonso, de quem entendeu que não vale a pena mudar esse script. Sou demasiado estranha, no corpo e na mente, embora passe (sensíveis, pasmem) por alguém trivial. Nessa estranhice aprendi a ouvir meus poros, meus estalares internos, o crescer das unhas a cada dissabor, o eriçar dos pelos ao som e à luz do descompasso do meu coração. Ouvindo aprendi a doer. Doendo aprendi a admitir. Admitindo aprendi a me arrepender. Arrependendo-me aprendi a amar e deixar ir, amar o que eu quiser, fluir com o resto, existir, que o co- é com quem merece, com quem pertence. Não vale a pena mudar esse script. Entendemos; sorriso meio sonso, bandeira branca, acordo absurdo sobre coisa nenhuma, escorregando pela intimidade sólida, pisando nos cacos da ternura habitual, a princípio meio acanhadas, chutando pedra e voltando pra mesma estrada, essa que tem vidas demais pra trás, que se sentimento fosse ano a gente já era galáxia, já era estrela, já era pó de cometa no azul do céu, ressoando infinitos.

Postado por Érika Amâncio às 01:03 Nenhum comentário:

domingo, 29 de setembro de 2024

Don't leave me dry

"Que tempos penosos foram aqueles anos - ter o desejo e a necessidade de viver, mas não a habilidade". Cruzei com essa verdade inequívoca logo no início de Misto Quente, obra-prima de Bukowski. Interessante demais uma pessoa de outro lugar, outro tempo e espaço traduzir sua alma de um jeito que nem você havia sido capaz até topar com esse pedaço de resposta. Não sei precisar por quanto tempo me senti assim, estrangeira em mim mesma, perdida em vozes, formas, instintos insidiosos por puro desconhecimento do que eu aqui fazia, do que precisava fazer e de como habitar esse mundo inóspito de tantas maneiras sem levantar suspeitas dessa inabilidade. Foi sofrido, foi complicado lidar com olhares furtivos em braços cruzados, foi triste sucumbir, foi desleal me desvalorizar quando o que eu queria era paz e amor em cascata, gelo seco cor de rosa subindo pelas pernas da mesa. Lembro do Mathias tocando Creep no show de calouros do colégio e penso na minha inabilidade em compreender aquela letra, mesmo que aquele momento e aquela música tenham estranhamente grudado nas minhas entranhas, como se eu tivesse que saber. Se a gente era legal? Se dava pra ser mais que aquilo? Se é possível, saudável confiar, acreditar, esperar... Esses banhos de efeito borboleta que a gente se dá antes de experimentar um batom novo, dar uma banana pra sociedade na frente do espelho e se arrepender 2 minutos depois e voltar e dizer desculpa, sociedade, preciso de você, sociedade, espera eu tentar me ajustar, sociedade... pra viver como eu quiser. Sem cigarro porque faz mal; com cerveja que a onda é boa; mergulhando de quando em quando no sol quente com água gelada, Sonrisal de dor antiga e dor nova. Penoso pode remeter a tanta coisa... mas a inabilidade tem que ser superada - a inabilidade tem que ser perdoada para que os anos e as pessoas e os números e as notícias possam caber dentro das nossas esperas, que os anúncios sejam só um prelúdio particular de futuros desafetos e que todos fiquem com Deus, com Jah, com Buda, com o cosmos, com o Big Bang. Somos todos heróis por ainda estarmos aqui. Tomo cerveja, leio Bukowski, ouço Into the Wild e tenho quase certeza de que vai ficar tudo bem.

Postado por Érika Amâncio às 23:03 Nenhum comentário:

terça-feira, 21 de maio de 2024

IVAN

Um dia desses você me disse que não sabia dançar. Espremi essa informação dentro de um minipoema que você me recitou pouco antes: não me acostumei a viver sem amor. Não eram essas as palavras, eram muito mais bonitas, perfumadas pelo vinho que dividíamos em uma bela tarde de sol. Imaginei o próprio paradoxo: uma vida do tamanho da minha, com calor e sem dança. Tenho certeza, Ivan, que vocês dançaram pela vida afora, rindo-se dos aforismos, dos moralismos, rodopiando por um salão verde de cetim, esperança de quem não espera, andança cariciosa.


Nos que têm saudade, deve haver, penso comigo, um senso de mission accomplished, de vim, vi e venci. Deve ter cheiro e gosto de vivi e senti algo bom a ponto de ser preservado. O tempo passa e nele pendura-se um mural de memórias que a gente aperta os olhos pra acessar, pra buscar no escuro do fim a sobriedade, a eternidade de um breve soluço dos dias. Agarramo-nos àquele fragmento de lindura que repentinamente nos aquece e ficamos ali, gangorrando pelo passado que escorre vermelho na taça vindoura... Dançamos entre línguas e planetas enquanto arrulhamos sobre novas rolhas; seguimos empunhando, empurrando o car(r)inho das lembranças por mais um logo ali.

Como você, querido Ivan, também não me acostumei a não ser amada - e talvez por isso mesmo seja ainda hoje, desde sempre, tão arisca. Minhas saudades são invisíveis, são impossíveis, difíceis, duras, imaginárias - intraduzíveis. Hoje poso cansada à frente dessa promessa de saúde, de beleza e juventude que numa bela tarde de sol teceu-me juras indizíveis. Por dias me autorizo a não tentar nada que me indignifique ou me perturbe - hoje não; amanhã fico por aqui. Na entressafra da falta o sorriso é tão sincero quanto a vontade de contestar esse mosaico desconstruído, involuído, cacos banais e austeros dos meus (des)afetos perdidos, caídos por aí. 

Que samba de uma nota só é enredo pro desalentado; que o sim que não vem já é não em si mesmo; que morrer de amor é papo de desavisado; que sentir saudade é viver a esmo... Feliz daquele que, ao se lembrar, sorri.

De tanto buscar amor no outro me esqueci de amar a mim, e hoje me pergunto se de fato, em algum momento dessa vida tão grande quanto a sua, busquei alguma coisa além da minha própria independência, da descolonização da minha alma colonizada de underdog, escape goat, stray cat, white trash. Sorrisos encantam, mas os olhos não mentem. Nem os vinhos. Lucky me.
Postado por Érika Amâncio às 21:18 Nenhum comentário:

sábado, 4 de maio de 2024

EN PASSANT

 Eis que ele passa,

orgulho em cada passada,

olhar destemido.

Existo.

Peito estufado,

andar passarelado.

Resisto.

Resisto e falo

sem dizer palavra;

resisto e calo

sem que nessa fala de corpo inteiro

exista mágoa...

Como se o mundo fosse justo

E existisse pala

em todo palco da vida –

como se a servitude de quem paga

pudesse apagar o trauma

de quem fica.

Eis que ele respira

e dá um passo certo,

certeiro,

rumo ao infinito

derradeiro

ao sol tangível,

visível

do que queima

mas não significa.

Postado por Érika Amâncio às 20:12 Nenhum comentário:

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Sense and sensibility

 O grito... o grito persiste, meio rouco, meio alucinado, reacionário sem revolução. Chove pelos olhos, janelas da alma, sai em marimbondos, palavras ferrenhas, pela boca que cansou de bendizer. Quem foi que disse que seria fácil assistir de camarote aos nossos desencontros de credo, raça, raiz, de plástico ou de borracha, de pai e mãe e aquele manual de como não ter medo do escuro, como fazer mais amigos, como suportar... Ai que suportar ferroa, arde, e a gente sai zombeteando pelo escuro incerto, pensando em que momento o sol vai nascer e trazer com ele a paz – a igualdade – a justiça – o entendimento – a calma, o dom inestimável da resignação. Acho que no momento da multiplicação das lições de vida, algumas palavras se perderam num sopro (aquelas que amansam, amaciam), e o que sobrou ficou meio duro, puro desalento. Pela janela indiscreta do pensamento passam cobras e lagartos a todo momento – provas da sua pouca fé. Sim, porque hoje começou com intempéries, turbulências, desventuras em série e vai terminar com cansaço bom, senso de propósito, fichas caindo como sementes maduras em solo fértil, arado demais. O afeto... o afeto me persegue como Pepe Le Pew, me encontra nos recônditos das minhas bad vibes e revira tudo, sacode, abre a janela, me traz um café. Olho para as fotos que me cercam enquanto escrevo essas linhas e digo pra mim mesma: não sei, não consigo, não entendo, mas hoje é preciso gritar que o afeto venceu. 

Postado por Érika Amâncio às 00:20 Nenhum comentário:
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